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5 mitos na relação entre cliente e vendedor

DIREITOS DO CONSUMIDOR

QUEM COMPRA UM produto ou serviço está protegido por lei contra abusos de poder

ou irregularidades e a lista de problemas é grande. 

Só que nem sempre o comprador tem razão de colocar a boca no trombone

Eles podem se recusar a trocar o sapato que foi presenteado no tamanho errado, cobrar multa pelo cancelamento de um plano de telefone, vender um micro-ondas com defeito e ainda lhe deixar de mãos abanando por semanas a fio. E tudo isso dentro da lei. Uma das máximas mais difundidas no mundo dos negócios diz que o cliente tem sempre razão, mas quando o assunto é a relação de consumo, isso nem sempre é verdadeiro.


Respaldados pela legislação atual, vendedores e prestadores de serviços conseguem se defender e garantir direitos que, por mito ou falta de bom senso, acabam sendo atribuídos exclusivamente aos compradores.



Acostumados a ser “mimados” por lojistas – que na hora de fechar o negócio oferecem benefícios sem fim para fidelizar o cliente –, os brasileiros acreditam estar sempre respaldados pelo Código de Defesa do Consumidor quando se sentem lesados em suas relações de consumo.



Ainda que tenham razão em grande parte das queixas, a balança pode pender para o fornecedor em alguns casos, como quando consumidores se aproveitam de erros em anúncios para comprar produtos por preços irrisórios. Muitas dessas situações acabam na Justiça, que cada vez mais decide a favor do lojista.



Antes de gastar energia e dinheiro buscando direitos que não tem, o melhor é se informar sobre o que pode e o que não pode no conflituoso mundo do consumo.



JAQUELINE SORDI
PARA EVITAR DOR DE CABEÇA
-Não compre embalagens abertas ou danificadas, latas amassadas, estufadas ou enferrujadas e produtos com má aparência.
-Verifique sempre o prazo de validade dos produtos. Geralmente, itens em oferta, como “pague um leve dois”, estão com preços mais em conta porque os prazos de validade estão terminando.
-Não compre produtos piratas ou contrabandeados. Além de não ter garantia legal, os fabricantes e vendedores não pagam impostos.
-Para fazer uso dos seus direitos, o consumidor deve sempre exigir a nota ou o cupom fiscal.
-O vendedor não pode condicionar a venda de um produto ou serviço ao fornecimento de outro. Isso é chamado de “venda casada” e é proibido por lei.
-Não compre produtos que prometem soluções rápidas, como os remédios para emagrecer ou aparelhos para ginástica sem antes verificar a licença do Ministério da Saúde ou o selo do Inmetro.
QUANDO O CONSUMIDOR TEM RAZÃO
-Procure o fornecedor para tentar resolver o problema ou defeito.
-Procure o Procon da sua cidade caso não chegue a uma solução, apresentando a nota fiscal do produto ou do serviço. Em Porto Alegre, o Procon fica na Rua dos Andradas, 686. Também é possível fazer uma denúncia pelo site portoalegre.rs.gov.br/procon.
-Após essa reclamação, o fornecedor será intimado a resolver a questão. Se não atender ao prazo estabelecido, será instaurado um processo administrativo.
-O Procon não pode obrigar o fornecedor a pagar indenizações. Para receber alguma reparação financeira, é preciso procurar a Justiça.
Fonte: Procon Porto Alegre
    FONTE: ZH/DINHEIRO

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